Janeiro 24, 2021

Ministro Eduardo Pazuello envia ao STF plano nacional de imunização 

Ministro Pazuello entrega ao STF plano nacional de imunização

Ministro Pazuello entrega ao STF plano nacional de imunização
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 16.09.2020

O ministro da saúde Eduardo Pazuello enviou na sexta-feira (11) ao STF (Supremo Tribunal Federal) o plano nacional de imunização contra a covid-19, elaborado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

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Entre as diretrizes abordadas pelo documento, estão temas como a situação epidemiológica e a definição da população-alvo para vacinação, vacinas covid-19, farmacovigilância, sistemas de informações, operacionalização para vacinação, monitoramento, supervisão e avaliação. 

Além disso, o plano elaborado pelo governo prevê ainda orçamento para operacionalização da vacinação, estudos pós-marketing, comunicação e encerramento da campanha de vacinação.

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De acordo com o governo, o plano foi elaborado em consonância com as orientações globais da Organização Pan-Americana da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e tem como objetivo estabelecer as ações e estratégias para a operacionalização da vacinação contra a covid-19 no Brasil.

Dados apresentados no relatório apontam que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 40% das pessoas têm a forma leve ou moderada da doença. Porém, aproximadamente 15% desenvolve a doença de forma severa com necessidade do suporte de oxigênio. Segundo os dados citados, 5% da população é afetada de forma crítica pela covid-19 e pode desenvolver complicações respiratórias, sistêmicas como trombose, entre outras.

Para conseguir atingir o objetivo de interrupção de transmissão da doença sem
colapso dos serviços de saúde, o plano nacional de imunização estima que haveria a necessidade de adoção de medidas de distanciamento social com duração de um a dois anos, resultando em impacto econômico e social para o país. 

O Ministério da Saúde incluiu a CoronaVac, imunizante produzido pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan.  A vacina aparece descrita como um dos imunizantes em estudos na fase três, com previsão de aquisição pelo Ministério da Saúde. A compra da Coronavac foi objeto de tensão entre o governo de São Paulo e o governo federal.

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