Janeiro 26, 2021

Um ano após a morte de Gugu, família Liberato abre as portas da mansão e revela intimidades curiosas; Maria do Céu relembra sensação premonitória: ‘Eu nunca fazia isso’ – Assista

O último sábado (21) marcou um ano desde a morte de Gugu Liberato. Com autorização da família do apresentador, o programa “Câmera Record” desse domingo (22) adentrou a residência dele, em Barueri, São Paulo, e mostrou imagens nunca antes vistas de onde vivia o comunicador.

A mansão continua intacta, da mesmíssima maneira que foi deixada por Gugu, antes de sua partida. Os quadros de família, os troféus, a decoração… Nada foi removido ou alterado para resguardar a memória de Liberato ali. A começarmos pela sala de estar, bastante espaçosa e iluminada. Ali era onde o contratado da Record TV recebia visitas e passava tempo com a família. A propriedade também abrigava uma piscina e eletrodomésticos curiosos, como uma máquina de sorvete – dessas típicas de redes de fast-food – na cozinha.




De acordo com a reportagem, um dos lugares favoritos de Gugu na mansão era o escritório – que muitas vezes funcionava como sala de televisão. Lá, o apresentador guardava os muitos prêmios que conquistou ao longo da carreira, assim como diversos retratos de viagens e momentos especiais vividos com a família. O cômodo ainda serve como lar de Lili, a calopsita tão querida e companheirinha de Liberato. Segundo a família, a ave tem 15 anos e continua vivendo solta pelo espaço, da maneira que estava acostumada quando o comunicador ainda era vivo.

Outro apego do apresentador também foi exibido no especial: um carro da marca Lincoln, de cor prata e que foi importado dos EUA. O automóvel espaçoso, que possuía senha para abrir as portas e TV para os passageiros que viajavam no banco traseiro, era dirigido por Nilton Moura, motorista particular de Gugu por 25 anos.

“Eu lembro como se fosse hoje esse carro chegando na casa dele. A primeira volta foi eu e ele que demos, e ele ficou que nem criança quando ganha um brinquedo novo”, recordou Nilton. “O próprio nascimento do João (Augusto, primogênito de Gugu) foi nesse carro. Eu os levei até o hospital no veículo”, revelou o motorista, sobre automóvel que nunca mais foi ligado após a morte do comunicador.




Os três filhos de Gugu estiveram na mansão com a reportagem. Desde a morte do pai, o primogênito João Augusto não havia entrado na casa. O jovem de 19 anos relatou, com muita emoção, como se sentia ao retornar à mansão vazia. “Esse é um lugar que eu sempre espero encontrar o meu pai e chegar aqui e não ver ele, dói”, desabafou.

“Quando eu entro no escritório, tento não pensar na dor. Tento pensar nas memórias boas, na época em que eu sentava no sofá com ele, a gente comia um sanduíche e ele me ajudava na lição. Não sei como, mas ele sempre escolhia os melhores filmes para a gente assistir”, continuou, com os olhos marejados.

João também se lembrou da última conversa que teve com o pai, antes da tragédia. “Eu me encontrei com ele na cozinha e falei: ‘Oi, pai, cê chegou do aeroporto!’ Dei um abraço nele e ele falou ‘eu te amo filho’, e eu também falei ‘te amo, pai’. Foi a última vez que pude falar e ouvir isso dele”, lamentou.

Dona Maria do Céu, mãe de Gugu, por sua vez, disse ter tido uma sensação premonitória em seu último encontro com o filho. “Foi de manhã cedo. Antes, ele falou pra mim: ‘mãe, não vou acordar a senhora, porque vou sair muito cedo’. E eu falei: ‘vai sim, porque essa hora já estou acordada’”, contou.

No momento de se despedir do apresentador, a senhora de 91 anos tomou uma atitude que não costumava ter. “Falei ‘vem aqui, que eu quero dar mais um beijo em ti’. Parece que eu estava adivinhando… Eu nunca fazia isso, foi a primeira vez que eu fiz. Parece que tinha adivinhado o que ia acontecer. Foi o dia mais triste da minha vida”, declarou.

Liberato faleceu no dia 21 de novembro de 2019, aos 60 anos, após sofrer um acidente doméstico. Atendendo o desejo do apresentador, a família doou os órgãos de Gugu, o que acabou beneficiando 50 pacientes que estavam na fila de transplantes.

Ao se lembrar da partida do filho, Dona Maria do Céu se entristeceu e reforçou o desejo de querer conhecer a pessoa que recebeu o coração de Gugu. “É muito triste. São muitas lembranças boas, mas quando me lembro da morte dele, até hoje eu não me conformo. Eu quero só encontrar a pessoa que recebeu o coração. Quero sentir o coração bater, sentir o coração do meu filho, que está vivo”, afirmou.

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